Arquitetura do Ferro do Rio de Janeiro

Mobilidade posta à prova

  • Dr. Arq. Claudio Antonio Santos Lima Carlos Instituto de Tecnologia. Departamento de Arquitetura e Urbanismo. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Palabras clave: arquitetura do ferro; patrimônio cultural; teoria da conservação; restauração; revolução industrial
  • Ingresos a esta página - 283 veces.
  • Galeras de Resumen descargadas - 221 veces.
  • Galeras de Texto Completo descargadas - 773 veces.

Resumen

O texto propõe uma reflexão acerca das arquiteturas pré-fabricadas em ferro desde o seu surgimento na Europa do século XIX, até os nossos dias, tendo por referência teórica o conteúdo disponível em bibliografia especializada relacionada ao tema que destaca como suas principais inovações a mobilidade e a provisoriedade, dentre outras. O texto avalia criticamente os destinos do legado da expansão desse método construtivo no Brasil, especialmente, na cidade do Rio de Janeiro, onde são destacadas as apropriações e destinações de três conjuntos expressivos localizados originalmente na cidade: o Mercado Municipal do Rio de Janeiro, localizado na Praça XV de Novembro – Centro, considerado o maior exemplar dessa tipologia na América Latina; o galpão conhecido como Oficinas do Trajano, situado no bairro do Engenho Novo, que integrou a Exposição Universal de Paris, de 1889; e o conjunto de galpões das oficinas da Rede Ferroviária Federal S.A., no mesmo bairro. Os citados exemplares materializam um conturbado contexto que inclui o descaso, a proteção legal e a demolição ilegal demonstrando um quadro de incompreensão, por parte do poder público, da importância dessa arquitetura como testemunhos inequívocos da modernidade emergente no século XIX.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor

Dr. Arq. Claudio Antonio Santos Lima Carlos, Instituto de Tecnologia. Departamento de Arquitetura e Urbanismo. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Instituto de Tecnologia (IT), Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU) - Arquiteto (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula, 1985), Mestre em Ciências da Arquitetura (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – Programa de Pós-Graduação em Arquitetura/ProARQ, 1997) e Doutor em Urbanismo (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – Programa de Pós-Graduação em Urbanismo/ProURB, 2008), Pesquisador na área de patrimônio cultural, desde 1983 - Atuação no órgão municipal de patrimônio cultural da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro de 1983 a 2006 - Professor pesquisador do IT/DAU onde leciona as disciplinas de História e Teoria da Arquitetura I e IV, Arquitetura Brasileira I e Projeto de Conservação e Restauração do Patrimônio Cultural - Desenvolve pesquisa documental e arquitetônica sobre o conjunto arquitetônico do campus da UFRRJ, no município de Seropédica, desde 2006.

Publicado
2013-12-16
Cómo citar
Santos Lima Carlos, D. A. C. A. (2013). Arquitetura do Ferro do Rio de Janeiro. ARQUISUR Revista, 3(3), 96-109. https://doi.org/10.14409/ar.v1i3.943