Conflito socioambiental pela água: políticas do (in)visível

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14409/rdee.2024.2.e0048

Palavras-chave:

conflictividad socioambiental, mercantilización mercantilización de naturalezas y culturas, ecología política del agua, políticas de la contaminación del agua, cuerpos de agua

Resumo

Neste trabalho, refletimos sobre os processos de mercantilização de naturezas e culturas no contexto do capitalismo global. A partir de uma perspectiva multiescalar, o acoplamento global-local dos sistemas sociotécnicos se concretiza nos territórios, como momentos articulados em redes de relações e acordos sociais em inter-relação com as materialidades. Ali, entram em jogo complexas tramas normativo-técnicas que buscamos desvendar, pois é através delas que se efetivam e operam de modo sistêmico os processos de mercantilização e de resistência, em estreita interdependência com as transformações territoriais.

Sob a perspectiva da Ecologia Política da água, analisamos de forma comparativa dois casos de processos de conflito socioambiental devido à contaminação da água na Argentina: um devido a pesticidas em Lobos (Buenos Aires) e outro devido à proliferação de algas com cianobactérias em Concepción del Uruguay (Entre Ríos).Nos perguntamos de que modo e com que efeitos as normas e objetos técnicos mediam nos processos de mercantilização das naturezas e culturas nos quais se identifica contaminação e deterioração de corpos d'água? E quais são as transformações e disputas territoriais associadas a eles?

O desenho metodológico da pesquisa é qualitativo e busca uma análise comparativa entre os dois casos de estudo. As fontes de informação foram entrevistas com informantes-chave, observações participantes e fontes secundárias. A partir da análise das redes de relações em torno de determinados objetos normativo-técnicos, refletimos sobre a condição de visibilidade/invisibilidade dos processos de deterioração nos corpos d'água e sua relação com as políticas públicas e modelos de desenvolvimento.

Biografia do Autor

  • María Ximena Arqueros, , , Universidad de Buenos Aires, Facultad de Agronomía, Cátedra de Extensión y Sociología Rurales - Facultad de Filosofía y Letras, Instituto de Geografía. Argentina.

    María Ximena Arqueros. Magíster en Desarrollo Rural e Ingeniera Agrónoma por la Universidad de Buenos Aires y Diplomada en Raza, género e injusticia (Universidad Nacional de San Martín). Investigadora del Instituto de Geografía de la Facultad de Filosofía y Letras y la Facultad de Agronomía de la Universidad de Buenos Aires (UBA). Co-directora de la carrera de Especialización en Desarrollo Rural (UBA) y secretaria de Extensión de la Facultad de Agronomía (UBA). Investiga sobre la conflictividad socioambiental y políticas públicas vinculadas al agua desde perspectivas críticas, sensibles y posthumanas integrando recursos audiovisuales.

  • Karin Giselle Pereira Jakobowicz, , Universidad de Buenos Aires, Facultad de Agronomía, Cátedra de Extensión y Sociología Rurales - Facultad de Filosofía y Letras, Instituto de Geografía. Argentina.,

    Karin G. Pereira Jakobowicz. Licenciada en Ciencias Ambientales por la Universidad de Buenos Aires (UBA). Docente en la Cátedra de Extensión y Sociología Rurales en la Facultad de Agronomía (UBA). Becaria CIN del Instituto de Geografía de la Facultad de Filosofía y Letras (UBA). Investiga sobre la conflictividad socioambiental y políticas públicas vinculadas al agua desde perspectivas críticas.

  • Julieta Kesel , , Universidad de Buenos Aires, Facultad de Agronomía, Cátedra de Extensión y Sociología Rurales - Facultad de Filosofía y Letras, Instituto de Geografía. Argentina.,

    Julieta Kesel. Licenciada en Ciencias Ambientales por la Universidad de Buenos Aires (UBA). Becaria CIN del Instituto de Geografía de la Facultad de Filosofía y Letras (UBA). Investiga sobre la conflictividad socioambiental y políticas públicas por contaminación de aguas por plaguicidas en Argentina.

Referências

Publicado

2024-12-31

Como Citar

Conflito socioambiental pela água: políticas do (in)visível. (2024). Desarrollo, Estado Y Espacio, 3(2), e0048. https://doi.org/10.14409/rdee.2024.2.e0048