Greve dos caminhoneiros e crise de abastecimento no Brasil: infraestrutura, neoliberalismo e o desmonte do Estado social
DOI:
https://doi.org/10.14409/redoeda.v5i1.9098Palavras-chave:
capital financeiro, crise, Estado social, greve, infraestruturaResumo
O presente artigo analisou a atual infraestrutura de transporte de carga no Brasil, a partir do contexto da greve/lockout dos caminhoneiros que ocorreu em 2018 e a crise de abastecimento e de suprimentos que se instaurou. A população brasileira vivenciou uma situação de caos com as paralisações dos caminhoneiros, e o artigo buscou retratar os principais acontecimentos e os seus reflexos para os cidadãos durante e após as manifestações, bem como a resposta dada pelo governo Temer. Com o impeachment da presidenta Dilma, verifica-se um desmonte do projeto democrático e do Estado social, com o governo alinhado aos interesses do capital financeiro. O problema de pesquisa foi, nesse sentido, verificar se a infraestrutura de transporte é condizente com as dimensões territoriais e geográficas do Brasil. Igualmente, se buscou aferir as respostas dadas pela presidência à crise vivenciada no país, especialmente em relação aos cortes de investimentos em programas sociais. A metodologia de pesquisa adotada no trabalho foi o método hipotético-dedutivo, onde partiu-se da hipótese de que a infraestrutura de transporte não se demonstra suficiente e adequada. A técnica de pesquisa empregada foi a exploratória, realizada a partir de levantamentos bibliográficos e análise de dados e mapas.
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