Disputas e inscrições pela memória em Rafaela
Ativismo artístico do Espaço Verdade e Justiça de Silvia Suppo entre 2010 e 2014
DOI:
https://doi.org/10.14409/culturas.2024.18.e0040Palavras-chave:
ativismo artístico, memória, ação coletiva, repertórios de açãoResumo
Este artigo tem como objetivo analisar as diferentes produções artísticas realizadas pelo “Espaço Verdade e Justiça para Silvia Suppo” para disputar no espaço público o significado da morte de Silvia Suppo, que foi testemunha em um dos julgamentos contra a Humanidade em Santa Fe, a chamada “Causa Brusa”. A proposta é recuperar as formas de desdobramento do ativismo artístico que o coletivo realizou entre 2010 e 2014. Que partiram da fotografia de Silvia Suppo como instrumento de denúncia. Intervenções de Murga em marchas como forma de ação disruptiva. A criação de murais nos bairros centrais da cidade como forma de instalação de significantes visuais. Até à produção do documentário SILVIA, como uma produção estética mecânica que permite a extensão da representação para além do local.